ASSUNTO ► Crise Final
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Crise Final: Uma Análise - Parte 3


Nessa edição é podemos dizer que a trama corre, mas não de uma forma negativa, pelo contrário, ela sai pontuando momentos importantes em locais diferentes que nos levam ao próximo movimento no tabuleiro chamado Terra e no jogo entre os Deuses do Mal e os seres humanos.

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Crise Final: Uma Análise - Parte 2


Na edição anterior, Grant Morrison iniciou sua visão do mundo super-heroístico da DC Comics enchendo-o de simbolismos, mistério e auto-referencias. Nessa edição ele cai em mais alguns conceitos interessantes pouco explorados nas histórias da editora e no próprio universo sci-fi de heróis de colante. 

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Crise Final: Uma Análise


Em 1986 a DC Comics lançava nas bancas a megasaga conhecida como Crise nas Infinitas Terras, buscando organizar sua cronologia. A partir daí de tempos em tempos a editora encontra algum pretexto para colocar em suas capas o nome “Crise” e criar uma saga para ganhar uma boa grana em cima. Com esse estigma chegou ao Brasil em 2009 Crise Final, alardeada como a crise para acabar com todas as crises. 

Muitos até hoje torcem o nariz para a saga, muito também por conta de Dan Didio e seu exagero – transformando algo pensado por Morrison para somente os Novos Deuses em uma Crise - chegando a dizer que não entenderam nada, mas, para mim, o que Morrison fez foi mais do que uma batalha entre superseres, mas sim uma simbologia sobre religião, quadrinhos, humanidade e outras pequenas coisas.Começo neste post uma série com a proposta de expor algumas idéias colocadas, a meu ver, pelo autor e que podem passar despercebidas por uma analise menos observativa.

Obs.: O exposto é minha pura opinião, não querendo dizer estar certo ou que todo mundo deva concordar. Alias, recomendo também uma olhada em outro ponto de vista, mais completo até, no Multiverso DC.

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