Em 1986 a DC Comics lançava nas bancas a megasaga conhecida como Crise nas Infinitas Terras, buscando organizar sua cronologia. A partir daí de tempos em tempos a editora encontra algum pretexto para colocar em suas capas o nome “Crise” e criar uma saga para ganhar uma boa grana em cima. Com esse estigma chegou ao Brasil em 2009 Crise Final, alardeada como a crise para acabar com todas as crises.
Muitos até hoje torcem o nariz para a saga, muito também por conta de Dan Didio e seu exagero – transformando algo pensado por Morrison para somente os Novos Deuses em uma Crise - chegando a dizer que não entenderam nada, mas, para mim, o que Morrison fez foi mais do que uma batalha entre superseres, mas sim uma simbologia sobre religião, quadrinhos, humanidade e outras pequenas coisas.Começo neste post uma série com a proposta de expor algumas idéias colocadas, a meu ver, pelo autor e que podem passar despercebidas por uma analise menos observativa.
Obs.: O exposto é minha pura opinião, não querendo dizer estar certo ou que todo mundo deva concordar. Alias, recomendo também uma olhada em outro ponto de vista, mais completo até, no Multiverso DC.
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