ASSUNTO ► Michael Jackson
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Momento Uarévaa

Oooopa opa opa...depois da morte do Jackson começaram a pipocar por ai um monte de coisas sobre o cara né? Já ta dando no saco essa novela...mas uma coisa me chamou atenção!!


Essa eu vi no site do Terra...se liga.

"O sonho de Michael Jackson era produzir um filme do Homem-Aranha. Isso segundo Stan Lee, o criador de praticamente todos os grandes super-heróis da editora Marvel Comics. O blogueiro da MTV Rick Marshall entrevistou Lee durante a última conferência San-Diego Comic Con e o perguntou sobre os planos de Michael Jackson comprar a Marvel nos anos 90.

Na resposta, Stan Lee disse que na verdade Michael queria adquirir os direitos do Homem-Aranha para que pudesse fazer um filme sobre o aracnídeo. "Não tenho certeza se ele queria apenas produzir ou interpretar o papel, sabe? Nossa conversa nunca foi mais além", afirmou Lee durante a entrevista."

Cara, imagina o Peter Jackson Parker?? Pior fazendo Moonwalker na parede e pegando no bingulim pra soltar sua teia infernal?? Cada vez mais eu Amo esse Velhinho...tnks Stan.

Duende Amarelo,

"Let´s Moonwalker!"

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Moura em série Momento Uarévaa

DESTRUINDO NOSSOS PRÓPRIOS IDOLOS

Estou acompanhando vagamente todo o desenrolar desse lance que está acontecendo com o Romário. Em recente entrevista o jogador disse palavras que, por mais que me espante dizer isso, soaram sábias e com um sarcasmo totalmente bem colocado. Segue o trecho a seguir, retirado do site do Globo Esporte:



“Não estou envergonhado de nada. Sei quem eu sou, e sou feliz. Atravesso uma turbulência, muitos já passaram por isso ou ainda vão passar. Sou um cara guerreiro e saudável. Vou continuar orando para o Papai do Céu me dar saúde. Não matei nem roubei ninguém. Queria deixar claro que não tenho nada a ver com a morte do Michael Jackson e nem fui eu quem trouxe a gripe suína para o Rio" - brincou.

E falando em Michael Jackson, impossível não fazer a correlação.

Por que Diabos a sociedade tem a necessidade de destruir seus próprios ídolos?

Romário, até bem pouco tempo atrás, era sinônimo de vitória, de superação, de mega-supra-fodisse. Fez a alegria de centenas de torcedores ao longo de sua carreira e sempre foi idolatrado por milhões de brasileiros. Mas bastou que alguma coisa acontecesse que abalasse sua vida pessoal, no caso a prisão por divida de pensão, que a população e mídia logo caíram de pau em cima do homem. Piadas, sarcasmos e a cruel sensação de prazer que surgiu nas pessoas para destronar o baixinho e joga-lo aos leões.

Então logo relaciono ao recém falecido Michael Jackson. Ele foi o rei do Pop por toda a década de 80, e era amado por todo o planeta. Rei, Deus, Ídolo. Recebeu todos os louros que poderia ter recebido. Mas a vida do astro foi tomando rumos cada vez mais estranhos, e logo o mundo fez o que faz de melhor: derrubou o cara lá de cima do pedestal que o colocaram, apenas para ter o prazer de vê-lo esborrachar-se de cara no chão. Acusações nunca comprovadas de pedofilia serviram para que ele fosse logo rechaçado como monstro e abominação. É muito mais delicioso para o sádico ser humano aceitar acusações e usa-las contra aquele que outrora admirava do que tentar ver todos os lados de uma situação.
Porém, depois de morto, todo o apedrejamento cessa. Novamente o ídolo é realocado em seu pedestal, infelizmente agora impossibilitado de aproveitar de sua posição.

Guga Kuerten foi o primeiro em Rolland Garros. Melhor tenista do mundo. Em um país que sequer sabia que existiam tenistas nele. Todas as televisões e revistas estampavam o manézinho da ilha. Mas... Nem tudo são flores e, como tudo na vida, Guga perdeu seu primeiro lugar. Foi o bastante para que fosse destronado e ridicularizado pela mídia, pelo povo que até então o tinha como herói. Ronaldo, o fenômeno, era o supra-sumo. Passou por dificuldades e virou piada. Tudo que conquistou foi colocado de lado, e o que importava era chamá-lo de gordo, de decadente. Retornou, e agora está em grande fase, novamente ovacionado pela massa e endeusado pela imprensa. Por quanto tempo?

E por que não falar de Rubens Barrichello? Considerado O PERDEDOR, looser mor do esporte brasileiro. É onde eu pergunto: quem conseguiu chegar à posição dele? Quantas pessoas no Brasil chegaram a pilotar uma Ferrari em uma corrida de Fórmula 1? Independente de dinheiro, patrocínio, pistolão. É um representante de um povo excluído da grande maioria dos esportes mundiais, mas, pelo nosso gosto bizarro em chutar o palanque para ver quem está lá em cima cair, é alvo de chacota.

Sabe o que é mais irônico? Quem chama o piloto de perdedor e coitado é o mesmo que vive 8 horas por dia em um emprego que detesta para ganhar um salário que acha miserável e que provavelmente nunca lutou por nada na vida.

Quem são os grandes heróis brasileiros? Airton Senna. Mamonas Assassinas. Garrincha. Cazuza.
E o que eles têm em comum?
Morreram no auge.
Morreram antes que tivessem o mínimo declínio e o povo tivesse tempo de ironizá-los, diminuí-los e reduzi-los a muito menos do que eram antes de alcançarem o sucesso. Sucesso esse que a grande maioria (esmagadora eu diria) da população jamais vai alcançar.

E se o Senna estivesse vivo para perder a Pole Position para o Schumacher? Se os Mamonas sobrevivessem para um segundo CD que não tivesse o mesmo sucesso que o arrebatador primeiro? Se Garrincha tivesse se tornado um velho jogador decrépito? Ou Cazuza perdesse sua aura de contestador maluco e gênio musical? É triste constatar que todos eles morreram para entrar para a história, enquanto a maioria vive para ser destruído por ela.

E de onde viria toda essa ânsia por destruir nossos ídolos?
Não sou nenhum psicólogo, sociólogo ou filosofo (ok, talvez um pouco filósofo), mas eu acho que conheço a resposta. Ou a imagino.
A maioria das pessoas é acomodada. Aceita a vida que lhes cabe sem muita discussão. Apegam-se a pequenas mediocridades e disso só tiram uma vidinha medíocre, sem grandes vitórias, sem grandes decepções. Raras pessoas têm força de vontade para lutar por seus sonhos. E quando atingem o sucesso, e tornam-se alvos dos refletores. Todos admiram sua capacidade de atingir seus objetivos e tornar-se o máximo.
Mas as pessoas se sentem diminuídas pelo sucesso alheio. O sucesso do próximo (ou não tão próximo assim) é um reflexo de seu fracasso, da estagnação de vidas sem glórias.
Se é divertido erguer sobre os ombros os heróis, é ainda mais prazeroso lança-los ao chão. A maioria se sente confortável ao jogá-los ao chão, pois sabe que nunca chegará ao topo.

É mais fácil nivelar por baixo do que lutar para chegar acima. E isso é lamentável.

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PalhetadA

Falar da vida de Michael Jackson seria muito oportunismo de nossa parte aqui...vida pessoal é pessoal e ponto. Mas musicalmente falando está pra nascer um cara tão talentoso quanto ele foi, dono dos maiores hits dançantes do planeta o Rei do Pop deixou a sua marca em rockeiros, emos, punks, patricinhas e patricinhos e sei lá mais quem...

Jackson foi um cara que fez todo mundo dançar Billie Jean...que fez todos cantarem "I´m Bad!!" Influenciou gerações com o revolucionário "Triller" e chocou o mundo com "Black or White". O que pipocou de coisas e especiais sobre o cara na mídia chega a ser maçante..tanto coisas boas como o seu legado musical (ao qual eu darei ênfase aqui) quanto os lados negativos de ter sido quem foi e de ter sido tão exposto ao estrelado (coisa essa perigosa até que um dia pode até sair uma matéria aqui..mas agora seria oportunismo demais de minha parte.) Jackson era dono de um estilo de pop único, cheio de balance e ritmo, mesclados de um jeito que qualquer pessoa no planeta, do mais ranzinza ao mais baladeiro e serelepe marcava o passo com o pezinho disfarçadamente. Essa criatividade musical do cara chegava a ser uma diarréia constante! Difícil pegar um CD do cara que não tenha no mínimo 5 músicas boas/excelentes..eu lembro que nos tempos Freudianos dos discos de vinil (hahaha) eu ainda um duendezinho engatinhando no mundo do Rock compro o meu premeiro "bolachão" não, não foi um do MJ...foi um do Elvis. Mas o Segundo sim, Bad. "Really, Really Bad" cara, a música tem um poder estranho, agradar gregos e troianos ninguém consegue...ou eu diria....poucos! Como eu acho que Michael foi um desses poucos, musicalmente falando o cara conseguiu ser ouvido no planeta inteiro e respeitado por todos pelo seu legado dançante! É nessas horas que eu me pergunto...nós precisamos de ídolos??? de heróis? SIM!! precisamos. Eu explico...

Sempre quando vejo essas perdas que afetam um planeta inteiro eu sempre penso.."Porra, eu ainda não tenho um duendezinho pra mostrar o que era bom nesse mundo..aliais o que meu filho vai ver de bom nesse mundo?? Não viu Senna correr, não viu Michael dançar, não viu Renato Russo compor (não gosto de Legião, mas respeito muito!) talvez não veja Ozzy cantar,talvez não veja Madonna rebolar..." Ai você me indaga, ah mas sempre nascem novos ídolos Duende”. Realmente, mas os fabricados pela mídia ou aqueles que nascem com talento?? Deixo pra vocês essa...Michael conseguiu reunir músicos de um calibre invejável para enriquecer suas músicas, caso do solo foderoso de clássico de Eddie Van Halen em "Beat it" e os solos Slash em "Black or White" e outra que agora me foge o nome...Uarévaa. Perdemos não um músico...perdemos uma referência musical, que nos deixou saudades dos bons tempos em que era legal sair pra dançar nos bailinhos dos nossos 17 anos. Perdemos um cara que tentou mudar o mundo a sua maneira...e de certa forma...o mudou! Perdemos Michael Jackson. Gênio, Talento e Ritmo puro!! Crianças...aprendam como fazer um show!

Na boa sei que todo mundo aqui é preguiçoso pra clicar em links...mas só pra vocês terem a idéia do show man que esse cara fazia....vale a pena só pela a entrada do cara no palco, faz essa força e clica aqui.

e algumas lições a mais....



Let´s Dance.
Duende Amarelo.

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De fora da panela - Especial Michael Jackson

Essa é a coluna escrita por voce, leitor do blog, que viu, leu, ouviu, pensou, etc... algo legal por ai e quer dividir com a gente. O tema é livre, se coça ai e manda seu texto para uarevaa@gmail.com.

Hoje, em homenagem ao Rei do Pop, repostamos um ótimo texto enviado pelo Luiz Modesti ano passado, quando Michael Jackson completava 50 anos. Remember the time.



Molecada criada a leite com pera e ovomaltino, esse texto não era pra vocês. Mas se tornou, porquê reflete um tempo que pra vocês é só história, mas que pra muito nerd saudoso que frequenta esse querido blog é uma página brilhante de um passado feliz.

Hoje tudo é moleza, mas já se imaginou crescendo sem internet? Sem o seu canal só com desenhos animados e que, na verdade só tinham 5 canais na TV? Isso que se mudavam os canais num seletor que parecia uma matraca. Pra saber quais as músicas que estavam bombando, não se baixava de algum site, se ouvia no rádio. E, acredite (palavra de profissional da área) a música tocava conforme o pedido dos ouvintes. Música de sucesso era MESMO a mais pedida.

Enquanto isso, a TV de antigamente não era nada parecida com a sua MTV. Música? Só uns caras fazendo playback num programa aqui, outro acolá. Fora isso era no Globo de Ouro, um programa também de playbacks, mas com a apresentação da Isabela Garcia e no famigerado “Musical do Fantástico”, onde os artistas de sucesso, que coincidentemente estavam tocando na novela da globo daquela época, pagavam o mico de uma tentativa escrota de juntar sua música com uma historinha bisonha, que quase sempre não tinha nada a ver com a letra.

Ai você me pergunta: “Ta, e dai?” E dai, incauto infante, que nessa época ocorreu a mudança. E foi com estardalhaço, como qualquer boa revolução tem de fazer. O que você conhece hoje como videoclip, campanha de marketing, essas coisas tão comuns vieram dai. Fora o impacto cultural gigantesco que permeou cada traço dos anos 80 e reverbera até agora na música pop . E foi apenas um cara de muito talento. E nada mais justo que hoje, dia 29/08/2008, no dia que ele completa 50 anos, explicar:

COMO MICHAEL JACKSON MUDOU O MUNDO

Se você sabe a diferença entre uma guitarra e um cabo de enxada, sabe que ele surgiu para o mundo no mega-sucesso Jacksons 5, grupo iniciado pelo seu pai Joseph, onde Michael cantava com seus irmãos Jackie, Tito, Jermaine e Marlon. Mesmo com 8 anos, o talento de Michael ja extrapolava não apenas o nível dos irmãos, mas tb o da maioria dos seus colegas de gravadora, a lendária Motown.
Duvida? Veja ai:


O molequinho cresceu, sua voz mudou e o cara continuou cantando muuuuuuuuuuito. Na verdade, cantava ainda melhor, e escrevia ainda melhor. E dançava ainda mais. Óbvio que o molequinho que havia conquistado a América a frente dos seus irmãos ia seguir carreira solo. Mas só isso seria pouco. Não basta apenas fazer um bom disco, sair na TV e tals. Tinha de juntar tudo e fazer algo grandioso. Ele tinha de dançar como... ele mesmo. E ele tinha de ter o melhor. Ele tinha de ter, na produção, o mago Quincy Jones. Foi então que a revolução começou com “Off the Wall”:

Clique AQUI para ver o vídeo, pois ele é bloqueado para incorporação no post

Reconheceu? Sim, a música do eterno Video Show. E não faça cara feia p/ os efeitos especiais que parecem coisa de Chaves e Chapolim. É assim hoje, mas na época era “massa véio”. A estratégia deu tão certo que esse disco foi o mais vendido album de black music até então, vendendo apenas em 80 (ano de lançamento) 25 milhões de cópias. Mais do que tudo q os Jacksons 5 haviam vendido. Mas tinha uma mãe no meio do caminho.

Quando Michael estava ainda em turne de divulgação do “Off the Wall”, sua mãe pediu p/ ele voltar a gravar com seus irmãos, nem que fosse apenas mais um disco. Ele precisava de carregar um bando de aspones nas costas, num momento desses? Não. Mas ele fez disso uma oportunidade. Como a recepção a sua idéia de um video musical bem trabalhado tinha dado certo, ele resolveu investir um pouco mais. Junto dos irmãos ele podia arriscar e então chamou quem mais produzia efeitos especiais em 1981, a tão conhecida de nós todos Industrial Light and Magic. O resultado é embasbacante. O ápice dos efeitos especiais daquela época. Nunca, ninguém tinha feito algo parecido. Os efeitos transformaram os Jacksons em deuses que cuidavam do mundo. É muito p/sua cabeça? Então veja ai:



If you look around
The whole world is coming together now
Can you feel it,
Can you feel it,
Can you feel it?
Feel it in the air, the wind is taking it everywhere
Can you feel it,
Can you feel it,
Can you feel it?


Sucesso absoluto. Lembro de ver esse clip, quando eu era pequeno, até no TV Mulher. O disco vendeu horrores. Mas... cade o Michael? Esse disco dos Jacksosns saiu pela Epic, enquanto o Michael era contratado da CBS, mais tarde Sony. Então, apesar dele cantar ( e muito) no disco Triumph, ele não é creditado, nem apareceu no clip. O sucesso esvasiou um pouco sem o carisma de Michael. Mas a bomba ja havia sido depositada, armada, e a explosão viria a seguir.

Novembro de 1982. Para o lançamento oficial do seu novo album, Thriller, Michael chama o diretor Steve Baron para dirigir o clip do 1º single, “Billie Jean”. Mais um sucesso, mas era pouco para o que Michael queria. Ele pressionou a CBS até receber o diretor q ele queria, a verba que ele queria para fazer o que ele idealizou como o vídeo que ele queria. Ele pediu um milhão de dólares. A CBS deu 600 mil.

Você acha pouco? Saiba que, se o disco fosse um fracasso, toda a verba investida na gravação, prensagem, distribuição e mais esses 600 mil seriam o suficiente para falir uma das maiores gravadoras do mundo. Era uma aposta e tanto. Michael pediu o diretor John Landis e seu parceiro de filmes como “Um lobisomem Americano em Londres” , Rick Baker. Foi então feito um curta-metragem com 14 minutos. Um suicídio comercial na época. Quem iria transmitir um vídeo musical tão grande? Isso era dito até o momento que se assistia o vídeo. Não era só um vídeo, era história. Confira:

Clique AQUI para ver o vídeo, pois ele é bloqueado para incorporação no post

Ai o mundo era dele. Como se diz no tenis, Game – Set and Match. A aposta deu certo e Michael Jackson era o rei do pop. Agora deixo os dados históricos e falo como espectador. A Globo anunciou o vídeo por uma semana. Foi o ápice do Fantástico daquele dia e ainda hoje uma das maiores audiências do programa. Não havia a internet, o mercado de VHS engatinhava no Brasil e a única forma de ver um clip era pela TV, e se passasse.

E todo mundo viu. No outro dia, não se falava em outra coisa. No ônibus, na escola, no mercado, no trabalho, todo mundo só falava no Michael. Todos os programas queriam capitalizar esse sucesso. Por meses a fio o Gugu colocava o clip de Thriler no seu Viva a Noite. Trapalhões fizeram sua paródia. As rádios tocavam Thriler sem parar. Foi um fenômeno que, até hoje, não se viu maior. E isso só no meu microcosmos de Curitiba. Todo esse frenesi aconteceu em escala global.

O que veio depois, todo mundo sabe. Megaturnês, megacontratos, megaescândalos e tals. Mas isso não importa aqui nem agora. Nesse singelo texto, só importa a música e a consequência. Por conta desse vídeo, Thriler é o album mais vendido do mundo até hoje. Pelo poder que os clips demostraram ter, a indústria abraçou esse formato. Por conta disso, a tentativa de um canal segmentado se tornou a potência MTV q conhecemos hoje. Todos, eu disse TODOS que fizeram e fazem música pop citam Michael como referência. Enfim, ele mudou o mundo. Isso, decididamente, não é pra qualquer um. Feliz 50 anos. Pra encerrar, as palavras de Vincent Price.

Darkness falls across the land
The midnight hour is close at hand
Creatures crawl in search of blood
To terrorize y'all's neighborhood
And whosoever shall be found
Without the soul for getting down
Must stand and face the hounds of hell
And rot inside a corpse's shell

The foulest stench is in the air
The funk of forty thousand years
And grizzly ghouls from every tomb
Are closing in to seal your doom
And though you fight to stay alive
Your body starts to shiver
for no mere mortal can resist
the evil of the thriller


Luiz Modesti escreve de vez em quando p/ o Uarévaa, mas ta sempre tentando fazer o Moonwalker como quando ele era criança.

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