ASSUNTO ► No cinema com a Pin
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No cinema com... STARMAN!!!


Opa garela (como diria Faustão), estou aqui fazendo meu serviço de estágiário em pleno sol de Janeiro, enquanto a Pin viaja por um belo cruzeiro acompanhada de toda uma fauna e flora característica (brincadeira chefinha!). Bem, vim aqui não falar de um filme que assisti, mas sim, comentar sobre um filme que nem saiu e já é polêmica eterna: Watchmen!

Fã de quadrinhos acho deve ser a raça mais chata do mundo, mentira! Deve ser fã de Star Trek, então reformulo: Fã de quadrinhos deve ser a segunda raça mais chata do mundo, sempre querendo que tudo seja como ele gosta, do jeito que ele quer, se algo estiver diferente ao seu gosto é o fim do mundo e tudo irá se acabar. E essa característica ainda mais se fortifica quando falamos de adaptações de quadrinhos ao cinema.

Adaptação o próprio nome diz: ato de se adaptar algo, isto é, não tem como ser completamente fiel, e ai está o engano que o fanboy quadrinhista tem: de querer fidelidade completa com uma obra. Por mais amante dos quadrinhos que eu seja eu sei que o cinema atua com lógicas diferentes, que vão desde a forma de se contar uma história; vinculo com o espectador; até o viés mercadológico da coisa. Cinema hoje em dia, ainda mais Hollywoodiano (de onde os “filmes-gibis” mais saem), é comércio, se fazer algo que vá atrair mais público e dê mais lucro, e como a bola da vez é o mercado de quadrinhos, “vamos encher a burra de grana adaptando qualquer rabisco que seja seqüenciado em quadradinhos!”

Por mais brilhante que uma obra da banda desenhada pode ser ela será desvirtuada na tela grande (Alan Moore tanto sabe disso que nem liga para os filmes de suas obras, por saber que nada adiantará), acredito que o que podemos esperar é que essa desvirtuação nos entretenha e tenha o mínimo de respeito com o original. E ai entramos em Watchmen.

A tida obra prima de Moore e Gibson, por anos esteve nos sonhos de qualquer fã na lista de filmes que gostaríamos de ver, afinal algo tão épico e grandioso merecia ser “valorizado” (como muitos pensam que a obra só pode ser valorizada, elevada a um patamar maior se for para o cinema, que para mim é besteira pura), e quando isso acontece todos caem de pau. Então nos perguntamos por quê? E eu respondo: Por que somos chatos!!! Para mim, que entendo essas lógicas do cinema e sei que nunca (a não ser que fosse uma mini-serie e pela HBO, por exemplo) veria Wacthmen no cinema de forma completamente perfeita, ter o deslumbramento visual que até agora os trailers mostram, como as belas imagens de Gibson em movimento, e a base de idéia (mesmo que em seu fim modificada) de Moore diante dos meus olhos por duas horas e quarenta minutos está de bom tamanho.

Não vou para o cinema esperando ver uma perfeita simetria, como digamos podemos ver em um Sin City, mas sim pelo simples prazer de ver algo que li pela primeira vez aos 14 anos de idade (e me abriu a mente) vivo, orgânico em minha frente. Eu amo Watchmen em papel, e esse está sempre guardado em minha mente separado do Watchmen em película, que também será uma experiência tenho certeza espetacular, assim como foi com 300 de Esparta, V de Vingança e Sin City.

Eu ia dizer para vocês Fanboys serem menos chatos, mas isso ia adiantar algo? Acredito que não, então só digo para não chorarem, nem espernearam tanto, senão de fanboy vai ser confundido com emos, e ai sim seus problemas serão maiores.

Por Jack Starman

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No Cinema com a Pin - Especial Halloween

Oláááá pessoal.... dois posts meus em 1 semana hein?? E ainda por cima um fora da panela feminino... eita q essa semana o blog ta cheiroso!!

Bom, vamos ao que interessa. Semana de Halloween, e é claro que eu não podia deixar passar esse dia sem fazer um post especial, então aqui está o “No cinema com a Pin - Especial Dia das Bruxas”.

Foi muito difícil fazer um post como esse, pois o Terror envolve tantos gêneros que fica quase impossível fazer uma lista que não fique incompleta... então dentre os muitos tipos de terror, eu escolhi alguns filmes de cada categoria que eu considero bons, ótimos, e alguns até indispensáveis. Se eu esqueci de algum, por favor me lembrem nos coments ok??...

O gênero ficcional de Terror existe nos meios de comunicação desde a década de 60 e fazem parte desse gênero, tudo o que envolve lendas, ficção científica, mitos, assassinos e claro sangue, muito sangue! E pra começar essa matéria ao melhor estilo, vou começar falando de uma das minhas categorias favoritas... Aliens.

Quem nunca assistiu um filme com aqueles bichos asquerosos, inteligentes e que simplesmente adoram matar seres humanos? Entre esses filmes, eu ouso dizer que o maior clássico ainda é “Alien - O oitavo passageiro” que deu inicio a longa franquia do monstro com sangue ácido. A história todo mundo conhece, com 117 minutos, o filme de 1979, narra a saga de um cargueiro espacial que ao atender um pedido de socorro supostamente alienígena, abre a porta para o terrível e já conhecido Alien. Dos 7 tripulantes que o cargueiro levava, apenas uma sobrevive... a mulher que do lado de Sarah Connor é a mulher mais macho q eu já vi no cinema, Tenente Ripley, interpretada por Sigourney Weaver.

"No espaço seu grito não será ouvido", esse era o slogan do filme. Foi a partir dele os alienígenas deixaram de ser apenas homenzinhos verdes, pra se tornarem verdadeiros vilões do cinema.

Ainda nesse estilo, há ainda diversos filmes que eu gosto como: “O predador”, “Sinais”, “A experiência”, “Independence Day”... Mas pra mim, nenhum deles é tão assustador quanto o clássico “ET- o extraterrestre”... OK podem rir agora, mas aquele dedo brilhando e aquele cabeção ainda me assustam mais do que o Alien e o Predador juntos.

Mudando completamente de estilo, vamos agora ao que eu considero a categoria mais nojenta do terror... Serial Killers. Entre essas figuras que só vivem para matar já tivemos Homens normais, canibais, zumbis e até um carro... afinal quem ai não se lembra de “Christine – O carro assassino”?.

Mas entre esses filmes, um dos meus favoritos com certeza é “Seven”... o clássico de 1995 ainda embrulha meu estomago cada vez que assisto. É nessa hora que eu bato em alguém se me disserem que nunca viram esse filme... a história narra a caçada de um policial experiente e outro no início de sua carreira a um Serial Killer que usa os pecados capitais como inspiração para seus assassinatos. Os assassinatos são nojentos, as atuações são fantásticas e o final é uma surpresa de arrepiar qualquer um.

Junto com “Seven”, é importante lembrar de filmes como “ Hannibal”, “O Colecionador de ossos”, “O Albergue”, “ Sweeney Todd” ....e entre esses filmes da nova geração, eu como grande fã de “Jogos Mortais” tenho que dar crédito à série por trazer algo novo a um conceito que já estava um pouco desgastado a tempos.

Outra categoria um pouco parecida com essa, mas um pouco mais sangrenta, vamos aos Massacres, estilo de filme muito querido entre os amantes do Terror... Como falar de Terror sem se lembrar de Freddy Krueger, Michael Myers, O Boneco Assassino e o meu preferido dos amantes de sangue: Jason Voorhess!

Como falar de Terror sem se lembrar de Sexta-Feira 13? A clássica historia do menino que morreu afogado na colônia Crystal Lake em 1957, e de sua mãe que assassina vários jovens um a um em busca de vingança. O filme ainda teve muitas seqüências em que o número de corpos só aumentava, sendo que nesse primeiro filme apenas 10 pessoas morreram, e no ultimo o número de vítimas dobrou. Apesar de no primeiro filme o assassino não ser Jason e sim sua mãe, o Morto com o facão na mão virou um ícone do terror.

Além dos clássicos já citados ainda temos os filmes mais recentes nesse estilo como: “Pânico”, “Eu sei o que vocês fizeram no verão passado” e o meu favorito “ Olhos famintos”.Esse filme é trash, eu sei, é nojento demais, eu sei, mas eu simplesmente adoro.

Chegamos ao Sobrenatural, os filmes envolvendo fantasmas, espíritos, demônios e coisas sem explicação. É um estilo que eu gosto muito, mas normalmente discordo da opinião de todos. Entre os meus favoritos estão filmes desconhecidos como “Navio Fantasma”, “Premonição”, “Treze Fantasmas”, “Os outros”, “1408”.

Mas aqui vou abrir mão do meu gosto pessoal pra dar um pouco mais de destaque aos grandes clássicos desse estilo: “O Iluminado”, “O chamado”, “Poltergeist”, “A profecia” e é claro “O Exorcista”. A história da jovem que teve seu corpo dominado por um terrível demônio, que mudou seu comportamento, seu modo de falar... assustando a todos, principalmente sua mãe, que sem saída recorre ao exorcismo como solução.

Até hoje, a história e principalmente as cenas, como a cena do crucifixo, da escada, da cabeça ainda chocam quem assiste, e por isso esse filme mesmo com 35 anos, ainda é considerado um dos clássicos desse gênero.

E está na hora das lendas... Os chupadores de sangue, os comedores de carne, e os monstros incompreendidos. Esse é um estilo que gira em torno de Lobisomens, Vampiros e Frankstein, esses 3 ícones dos livros e dos filmes já renderam diversas adaptações, versões e estilos de filmes. Entre eles os inúmeros Dráculas, “O lobisomen”, “ Um lobisomem Americano em Londres”, “ Frankstein” e por ai vai...

Mas ao falar de vampiros não há nerd que não se lembre de “Garotos Perdidos” e não há fã que não pense na hora em “Entrevista com o Vampiro”.

Dois dos meus favoritos nesse estilo, “Entrevista com o Vampiro” ainda está no topo por fugir da fórmula sessão da tarde de “Garotos Perdidos”. No filme vemos 2 visões diferentes da mesma realidade, enquanto Louis acha q foi condenado ao inferno, Lestat acha que tem a maior dádiva que existe... A historia, os atores e o ritmo do filme pra mim são excelentes e é um filme que eu ainda assisto todas as vezes que passa.

Com certeza se existe uma categoria do terror que chega mais perto do gosto dos nerds é essa que eu vou falar agora: Zumbis. Entre games que viraram filmes, filmes q viraram HQ e Graphic Novels que viraram filme também, temos trocentos filmes sobre os mortos-vivos. Entre eles “Uma noite Alucinante” com Ash e sua eterna serra elétrica que há pouco tempo teve que encarar os zumbis mais poderosos da Terra nos quadrinhos da Marvel... Temos a eterna Alice, a mulher de pouca roupa que adora dar “Head Shots” em tudo quanto é zumbi que apareça na frente na clássica série dos games “Resident Evil”... e ainda a adaptação de “ Silent Hill” tão nojenta e assustadora quanto o game e o péssimo “Doom – A porta do inferno”, que a única cena que se salva é a em primeira pessoa igual o games... vale assistir só por consideração ao game, mas só!

Mas os Vampirinhos dos quadrinhos e games também não ficaram de fora das telas, afinal “Blade”, “ 30 dias de noite” e “ BloodRayne” estão na prateleira de qualquer locadora como prova disto.

Mas esquecendo o mundo nerd de zumbis, o maior clássico dos cinemas ainda é “A noite dos mortos-vivos” de 1968, que apesar da falta de roteiro, afinal um monte de morto andando por causa de um meteorito que caiu na Terra não é lá um grande roteiro, ainda é aclamado como um dos grandes filmes do gênero, talvez pela iniciativa de um estilo de terror diferente.

Você deve estar se perguntando... “ mas Pin, cadê os clássicos?” Eu reservei o final da matéria especialmente pra eles. Filmes como “Psicose”, “Os pássaros” e “o Bebê de Rosemary”, são da época do Freud e eu infelizmente não assisti... mas aproveito esse espacinho final da matéria pra destacar 3 filmes das antigas que eu gosto muito: “ A mosca”, “Carrie - A estranha” e o clássico “Tubarão” e se alguém ai me disser que depois de assistir esse filme não ficou com aquela musiquinha na cabeça durante 1 mês e com medo de entrar no mar por um pouco mais do que isso eu vou ser obrigada a dizer que você está mentindo... “Tubarão” marcou época e merece estar na matéria.

Com certeza eu devo ter esquecido muitos filmes que marcaram a vida de cada um de vocês... E como hoje é Dia das bruxas, convidem um amigo, uma paquera, vários amigos... aluguem um desses filmes, apaguem todas as luzes e façam uma sessão Terror... mas só não façam pipocas, afinal a maioria desses filmes são nojentos e eu não sei o que pode acontecer com a pipoca até o final do filme....

Espero que tenham gostado...
Grande beijo...
Pin....

Ps: Happy Halloween

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No cinema com... STARMAN!!!

“Cego: 1. Privado da vista. 2. Alucinado, transtornado.”
Dicionário Aurélio


È muito bom quando podemos falar sobre cinema, ainda mais sendo um apaixonado por essa arte, como uma forma de expressão sensorial, daquelas que nos tocam em todos os sentidos, tanto físicos como espirituais. E foi dessa forma que pensei em cinema ao terminar de assistir o novo filme de Fernando Meireles: Ensaio Sobre a Cegueira, (Blindness, 2008) baseado em livro homônimo de José Saramago.

Falar da qualidade como contador de histórias de Saramago seria chover no molhado, mas também não posso me atrever a falar disso, pois não li nenhum livro dele ainda, mesmo tendo recebido indicação de leitura em meados de 2003 quando nem se sonhava em fazer um filme de uma obra dele, mas dá para notar no roteiro de Meireles a qualidade do que o Português escreve: È tocante, minimalista, sem ser superficial.

O filme é fantástico, podem os críticos reclamarem quanto quiserem, até um “mas por que não inventaram a cura” e uma possível resposta de Meireles dizendo “isso não é Eu Sou a Lenda, é uma metáfora” li pela internet. Para mim, foi como um chamado a me envolver mais na atividade de ver um filme, de analisá-lo com outros olhos, muitas vezes me pegava eufórico com os jogos de luz em excesso ou os sons cobrindo um breu em nossos olhos. Acho que uma dos grandes méritos da obra é essa: não simplesmente passar para a tela uma história, mas tentar provocar algo em quem a assiste, tentar ir além de um simples reprodutor ou mediador de algo já escrito, mas criar uma experiência impar ao seu público, nos transportar para um mundo de cegos, perdidos depois de tanto tempo enchergando, mas, ao mesmo tempo, não vendo nada. E nesse ponto me remeto ao papel de Julianne Moore no filme e o velho ditado de que “em terra de cegos quem tem um olho é rei”, nesse caso penso que quem tem dois olhos é condenado.

A personagem, única com visão perfeita na história, se vê num caminho, tanto auto-imposto como depois conseqüência mesmo, de ser a guia, a segurança daqueles que não conseguem mais enxergar, porém, aos poucos, ela começa a perceber que essa condição também a lhe prende a ver toda a miséria da condição humana e ter que fingir perante isso, até não suportar mais e dar um “grito” (no caso algo mais fatal) de revolta. É uma situação complicada lidar com a alma humana e suas mazelas, será que as coisas são como dizem: quando se está na lama que podemos conhecer o ser humano? E será que assim como os personagens do filme, só damos valor as coisas quando não a vimos? Ai poderia estar à resposta para a ânsia pela saudade que existe muito nessa geração, que mesmo com internet adora dizer que está com saudades até de quem está perto?

Enfim, como o Meireles possivelmente falou, esse filme é uma metáfora para a condição humana, adoro obras assim (sejam em quadrinhos, cinema, livros, TV), e acho que é importante se emocionar com um cinema bem feito, instigante, que nos apaixone e dê vontade de ver um filme várias vezes, esse ano só dois filmes me passaram essa sensação: The Dark Kinght e o Ensaio de Saramago. Mais do que recomendado.

Por Jack Starman

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No cinema com..... O FREUD?

E ae galera, beleza? Antes que a cuecada ai começe a reclamar que “o Uarévaa não é mais aquele, olha a cara dele....” deixa eu avisar que estou aqui pra essa sessão de cinema apenas por hoje, a coluna continua com a Pin, claro!!! Então, parem de reclamar, que a sessão de hoje é com o velhinho aqui mesmo e não tem ninguém pra voces xavecarem, não!!!

HELLBOY II – O EXÉRCITO DOURADO!!!


Aeeeeeeeee.... Demorou mas finalmente o segundo filme do “capeta em forma de guri” chegou por aqui. 2008 tá lotado de filmes “nerds” mas desde o começo esse foi o único que eu tinha certeza que veria nas telonas. Indy 4 eu tb queria ver mas infelizmente não deu e o Bátima eu não tinha certeza se veria, só se as críticas fossem muito boas e, como foram, acabei vendo tambem. E só. O resto vai pelo DVD merrrrrmo.

Mas e porque tanta expectativa por Hellboy II, Freud? Ok, ok... Eu confesso que sou fanboy do personagem mesmo. Um bocado de tempo depois de eu ter parado de comprar quadrinhos (graças à “qualidade” do que a Marvel e a DC vinham publicando...) foi a primeira mini-série do Hellboy que me trouxe de volta. Maldita mini-série, literalmente, hehehe....

Além disso o primeiro filme é muito bom, bem no climão da revista mesmo (exceto por algumas pequenas mudanças de personalidade em alguns personagens, que não prejudicam o filme em nada, na minha opinião) e o diretor Guilhermo Del Toro, com moral depois do foda “Labirinto do Fauno”, descolou um orçamento bem maior para essa continuação. Ele trouxe todo o elenco de volta (menos Rupert Evans, o Agente Myers, mas felizmente rolou uma desculpa durante o filme pro sumiço do personagem) e continua contando com os toques do criador de Hellboy, Mike Mignola.

Dessa vez o filme é menos sombrio e isso sugere um afastamento maior do clima da HQ, mas se pensarmos no Hellboy cinematográfico como um “universo” diferente, a sequência simplesmente continua de forma coesa o primeiro filme, num formato um pouco mais comercial.

Chega de enrolação e vamos ao filme. Fica ligado que vão rolar uns spoilersinhos fracos ai, mas relax que não pretendo contar nada que atrapalhe sua ida ao cinema.

Vamos começar pela parte que muitos apontam como o ponto fraco: A trama. Um principe elfo fodão decide que já é hora de recuperar o espaço que seu povo teve antes dos humanos emporcalharem o planeta todo com suas cidades e vai atrás de uma coroa que pode controlar um exército indestrutível que está adormecido e usá-lo para passar o rodo na gente. Entra o herói fodão pra impedir a bagaça toda. Realmente, nada de novo nisso, voce já deve ter visto algo assim umas 20 vezes na vida e, se já jogou RPG de fantasia, não duvido que já tenha participado de pelo menos uma aventura com a trama igualzinha.


Mas o caso é que a trama simples abre espaço para que o filme flua bem, se concentrando na aventura (rola bem mais ação nesse filme e os quebras são todos muito bons) e no desenvolvimento dos personagens. Hellboy acaba se tornando publicamente conhecido nesse filme, ele e Liz agora são um casal em crise, Abe Sapien começa a xavecar uma princesa elfa e um novo agente chega ao B.P.D.P para coordenar o grupo (o que, obóviamente, não agrada Hellboy nem um pouco). As consequências desses fatos desencadeiam questionamentos nos personagens, muitos deles mostrados de forma sutil no filme, mas que caminham para conflitos maiores numa possível continuação.

Mas vai ter continuação, Freud? Tomara, porque apesar de Hellboy II ter uma estória fechada, deixa em aberto um bocado de coisas a serem exploradas com os personagens. O filme termina, assim como muitos “segundos filmes”, com uma sensação de “Porque parou? Parou porque? NO CREO que vão deixar essas coisas no ar....”. Até ai morreu Neves, todos sabem que filmes assim, embora sempre digam que a “Parte III” ainda não está confirmada (cof,cof... Cavaleiro das Trevas... cof, cof...), isso é tudo balela e é claro que vão fazer mais um. Só que no caso de Hellboy isso é um pouco mais complicado pois Del Toro tá cada vez mais cotado no mercado, vai embarcar no projeto do Hobbit junto com Peter Jackson, sem falar nos outros trocentos projetos que quer fazer, e Hellboy II, apesar de ter mandado melhor nas bilheterias do que o primeiro e ser um filme mais comercial, ainda está longe de ser um blockbuster a lá Homem de Ferro ou Batman, especialmente porque o personagem não é tão popular. Ainda assim acho que vai ter mais um pois Del Toro não iria deixar tanta coisa “no ar” nesse filme se não planejasse um terceiro, ainda mais depois de ter lutado tanto pra conseguir fazer os dois filmes.


O post já ta grande bagarai mas não posso terminá-lo sem citar duas cenas muito legais: uma logo no comecinho, que mostra o Hellboy ainda moleque (coisa que volta e meia aparece nos quadrinhos) e tem uma animação bem legal que serve de introdução à trama (achei bem original a forma como o Del Toro fez isso e o tipo de animação usada, não vou spoilerzar dizendo porque...) e, é claro.... a impagável cena do Hellboy e do Sapien enchendo a cara e conversando sobre as mulheres, huahahau....

Se voce já viu o filme, sabe que não vai resistir a apertar o play agora, hehehe


Freud, essa tua ladainha toda não me animou muito pra ver esse filme não…
Bom, eu não faço reviews tão bem quanto a Pin. Ela deve ter tido umas aulinhas de manipulação mental com o Algures, porque quando ela gosta de um filme ela faz que todos fiquem boladões pra ver logo e quando não gosta… Mermão, depois de ler o review dela, tu vai sentir náuseas só de olhar pro cartaz do filme, hehehe…

Mas relaxa que eu guardei o melhor pro final… O VISUAL!!! BARALHO, o visual do filme é muito legal. Nem parece eu falando isso, porque visual e efeitos é uma das últimas coisas que eu prezo num filme, geralmente, mas eu tiro meu boné pro Del Toro que o cara manda muito bem mesmo nessa área. Esse é um filme que tem que ver no cinema, carai…. A não ser que voce tenha um puta telão gigante mega dolby home thather double carped twist na sua casa, é uma sacanagem deixar pra ver esse filme em DVD.

Se liga no trailer ai....


Tão ai ainda? Acabou…. Pode ir pra sua casa, o filme já acabou, já…. Vai, vai, pode ir….
(Ferris Bueller impersonation detected)

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No Cinema com a Pin

Olá queridos leitores.... estou de volta em mais um segunda-feira com a crítica de mais um filme que pipocou nos cinemas brasileiros recentemente.... O Procurado!

De cara já vou avisando que esse filme irá despertar duas opiniões completamente diferentes... de quem leu a HQ e de quem não leu.

Confesso que logo nas época em que o elenco foi escalado eu já torci o nariz e senti calafrios de medo ao ver que Angelina Jolie tinha sido escalada como a Raposa, e Morgan Freeman como o professor, pra mim o filme começou a afundar aí. Os produtores com certeza na busca de nomes e rostos conhecidos como chamariz pro filme, simplesmente ignoraram o perfil dos personagens na HQ. Apenas Wesley ficou um pouco mais fiel, interpretado pelo fauno do primeiro filme de Narnia.Essa má impressão diminuiu um pouco ao ver os primeiros trailers, fiquei contente com a qualidade das cenas de ação e com a prévia da historia que ali se mostrava. Pelos trailers, parecia que tinham se esquecido das HQs somente na hora de escalar o elenco.... mas infelizmente eu estava enganada.Então, em respeito a uma das HQs que eu mais adoro e uma das que eu guardo com maior carinho eu fui ao cinema assistir ao filme.

Quem leu com certeza lembra da história de cabo a rabo, pois é uma história bem marcante e muito difícil de esquecer, certo?? Então uma dica... esqueçam tudo o que você leu pra não sair com a raiva que eu sai do cinema.

No filme, Wesley Gibson é um fracassado, que trabalha como contador num emprego escroto, tem uma namorada vagabunda que o trai com seu melhor amigo e é um quebrado... ou seja... o cara é um merda. Até que um dia ele descobre ser o filho do maior assassino do mundo, que fora assassinado um dia antes dele descobrir isso. Sendo assim ele é recrutado pela fraternidade onde seu pai trabalhava para assumir seu lugar.

Mas é ai que você me pergunta, mas Pin.... isso não é a HQ em forma de filme?? E é ai que eu respondo... sim, os primeiros 30 minutos do filme são fieis demais, e me fizeram vibrar na cadeira do cinema.... mas parou por ai... e os caras se perderam demais.

Eu até entendo que mostrar no cinema um grupo de assassinos que exterminaram os super-heróis da face da terra, que têm liberdade total pra matar e estuprar qualquer um entre outras coisas, seria politicamente incorreto e esse filme seria proibido em muitos lugares. Mas fazer um filme com a “desculpa” que eles arranjaram pra tornar o filme mais bonzinho, eu preferia mil vezes que eles não tivessem feito nada... que não tivessem sequer pensado em fazer um filme desses. O filme me fez pensar o tempo todo... quanto ofereceram ao Millar pra ele aceitar que fizessem isso com sua obra-prima??.... muito triste. O filme é ruim?? Não, o filme não é ruim. É um excelente filme de ação ao estilo Missão Impossível, cenas bem feitas, bom elenco... uma boa história pra quem não conhece a original.

Angelina Jolie fez bem seu papel como a durona Raposa que treina sem piedade o novato Wesley (sem as aulas de sexo se vocês estão curiosos), Morgan Freeman como sempre muito competente como o Líder da fraternidade, e James McAvoy deu conta do recado como o centro das atenções do filme.Mas sinceramente, saí com uma sensação de decepção do cinema. E durante os 110min do filme, foi uma montanha russa de emoção... amei ver a cena das moscas, o Foda-se dentro do escritório, o assassinato do pai de Wesley.

Mas todos os elementos essenciais que ficaram de fora me fizeram sentir até desgosto por esse filme.... Cadê o Wesley que simplesmente ligou o foda-se? Cadê os outros vilões? Cadê os assassinatos a sangue-frio? E que porra é aquela de tecido?... simplesmente revoltante. Resumindo... quem nunca leu, assiste o filme e depois leiam a HQ... porque se você curte quadrinhos, esse é leitura obrigatória. Já você que leu, eu NÃO recomendo gastar seu rico dinheirinho pra assistir ao filme... mas se for, já vai psicologicamente preparado e confira o filme pra matar a sua curiosidade.... mas depois não diga que eu não avisei.

Nota 3... só por causa dos 30 primeiros minutos....

E como eu não gostei mesmo do filme... nem o trailer dele eu não vou colocar aqui... porque aquilo ali é a verdadeira propaganda enganosa... eca!

Bjus queridos...
E até semana que vem...
Pin.

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No Cinema com a Pin

Olááááá pessoal... Não sei se vocês estavam com saudades de mim, mas na esperança que vocês estejam eu voltei nesse espacinho gelado da segunda-feira.

Ainda no clima de fanatismo que tomou conta do Duende, Phantro e eu, que nos fez te se fantasiar numa certa festinha de aniversário... O filme de hoje é com certeza uma obrigação pra qualquer um que acompanha a coluna do meu querido amigo Amarelo... mas como sempre, antes de tudo, uma pequena historinha pra vocês!!!!

Dia comum, como outro qualquer... eu, Duende e Phantro decidimos começar a montar uma DVDteca, e entre as lista de filmes obrigatórios que incluía Conan, Top Gang, Exterminador do Futuro, entre muitos outros... um dos filmes unanimidade, que não podia faltar de jeito nenhum era DETROIT ROCK CITY!!!

E começou a busca desenfreada por esse clássico.... Tem na locadoras?? Er.. não!! E nos Sebos??... não again!!! Então nos sobrou a sempre salvadora internet... mas mesmo assim, foi uma busca de uns 3 meses até achar um dvd desse filme num preço razoável... dois dias de espera pela entrega, e finalmente tínhamos o filme nas mãos... Os três reunidos num sábado a tarde e bora fazer uma sessão nostalgia.... E aqui vai o review desse filme pra quem nunca viu, ou quem simplesmente quer ficar com muitaaaaa vontade de assistir!!....

O ano é 1978, a cidade é Cleveland e a história foca 4 estudantes excluídos pela sociedade Disco da época... Com seus jeans rasgados, correntes penduradas e muito Rock and Roll correndo nas veias, o grande sonho de Lex, Trip, Hawk e Jeremiah é poder ver seus grandes ídolos de perto... Que ídolos, pergunta você pequeno gafanhoto desinformado.... A pequena pingüim responde.... o KISSSSSSSSSSSSSSS!!!!

Logo de cara somos apresentados a esses quatro protagonistas, à sua banda cover de garagem (que só aqui entre nós.... é ruim pra Caralho!!!)... o filme começa um dia antes do grande sonho dos quatro se realizar, eles estão com os ingressos na mão e prontos para partir pra Detroit ver a grande turnê de Love Gun!!!

Tudo lindo, maravilhoso, planejado... até que uma certa senhora aparece em cena, a grande vilã do filme: a radical mãe de Jeremiah. Uma senhorinha tradicional, religiosa que fuma mais do que qualquer ser humano é capaz de fumar, que ao achar os ingressos do show nas coisas de seu pequeno pimpolho, queima todos sem dó nem piedade acabando de vez com as esperanças dos nossos queridos protagonistas.

Mas como para todo bom fã fanático, isso eu digo por experiência própria, a esperança é a ultima que morre, e eles conseguem mais 4 ingressos para o show de uma forma milagrosa... e é ai que o filme realmente começa... mas chega de spoilers certo??

Confesso que me diverti muito mais assistindo o filme agora do que das trocentas vezes que vi antes, das outras vezes ele era apenas uma comédia normal pra mim, mas dessa vez percebi as inúmeras referencias que existem em cada nome de personagem, cada piada, cada música tocada ao fundo e é claro que o carinho que hoje eu tenho por essa banda fez eu gostar ainda mais do filme.

Querem um exemplo enorme disso??... Alguém aí conhece uma música do Kiss chamada Beth?? Não... então procurem... essa é uma das músicas mais fofas e uma das que eu mais adoro dessa banda, cantada pelo Baterista do Kiss. E no filme, Jeremiah que é o baterista da banda, se apaixona por uma menina chamada Beth e é claro que a música não podia faltar num momento mega íntimo dos dois!!

Aproveitando que eu entrei no setor músicas do filme, vou usar um pouquinho do que aprendi com o amigo mais Rock and Roll que eu tenho, e falar da trilha sonora desse filme... que pra qualquer um que tenha um pezinho no mundo do Rock, é F-O-D-A demais!! Além de muito Kiss... mas muuuiiittooo Kiss, ainda rola Van Halen, Pantera, AC/DC, Black Sabbath, Ramones, Santana... a cada nova cena é um clássico que você ouve tocando ao fundo, SENSACIONAL!

O melhor desse filme é que apesar de ser uma comédia, em nenhum momento ela te chama de idiota com aquelas piadas imbecis que viraram moda nos dias de hoje. Apesar de ter sim uma piada com flatulências, esse filme não é uma comédia pastelão, mas sim uma comédia excelente pra qualquer um que se propor a assisti-la e ainda melhor pra qualquer um que entenda um pouco de Kiss.

Apesar de apenas a já citada Beth e a outra grande referencia do filme Christine serem as únicas que eu lembrei que continuaram com a carreira na TV e no cinema, o elenco todo foi muito bem selecionado, e todos são excelentes... os protagonistas levam o filme no ritmo perfeito sejam quando estão juntos ou no momento individual de cada um. Difícil destacar um deles, mas assim como na banda original onde cada um tem seu membro favorito, no filme não é diferente e no meu caso o meu preferido com certeza foi o Jeremiah. Além dos protagonistas, todos os coadjuvantes dão show, destaque pra participação especial do Zack Fuck Wylde como um assaltante que é nocauteado por um boneco de borracha!!

O filme é diversão garantida do início ao fim, rendendo cenas hilárias em certos momentos do filme. Ta na cara que eu recomendo pra qualquer um, e não apenas assistir, mas sim comprar, copiar ou adicionar de qualquer outro jeito na sua prateleira de filmes ai da sua casinha.

Espero que tenham curtido... fica ai o trailer lançado na época pra vocês ficarem com um gostinho de quero mais!!





Até Semana que vem
Bjusss
Pin!

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SHAKE AND BAKE

Oláááá queridosss leitores.... Eu sei, eu sei.... to sumida. Mas esse fim de semana eu decidi não trabalhar, sendo assim estou de volta com a minha coluna... e hoje não vou falar de lançamento nenhum e muito menos do Batman, vou falar de um cláááássico do mundo nerd, e hoje eu não estou sozinha...
...Tcharam!! Sim, pequenos e pequenas, eu mais uma vez apareço pra dar os meus pitacos nesse espaço cheiroso e fazer mais uma vez a fusão das colunas formando o "SHAKE AND BAKE!!" vamo que vamo...
Pois é uarevianos queridos... devido a programação do fim de semana, eu e o duende resolvemos assistir um filminho na sexta-feira... depois do trampo corremos pra locadora e alugamos 3 lançamentos supimpas... quando estávamos quase saindo a moça da locadora disse: “ ei, hoje tem promoção... aluga 3 e o quarto é de grátis....”! olhei pro Duende ele olhou pra mim e eu disse: “vai lá.. escolhe!!”
Há! Não tive dúvidas meo povo...sai andando pelos corredores em busca de alguma coisa bacana (não, não o da Leila Lopes que é uma porcaria gente..não perca seu tempo) então como se eu tivesse levado um tapa do meu Rodie protetor (sim, Rodie! pq quem tem anjinho da guarda é gay) eu viro o rosto e o que eu vejo? MOOORRTAL KOOOMBAATTT!!!
Yeah galerinha.... aquele clássico de 1995...não pensamos 2 vezes e levamos na hora!! Chegando na minha casa, deixamos os lançamentos de lado e seguindo a vontade dos nossos coraçõeszinhos nerds colocamos Mortal Kombat pra rodar... mas não sem antes preparar umas tranqueirinhas pra comer pra acompanhar a sessão dvd.... e enquanto eu estava na cozinha... eu escuto o primeiro... “ Test your Might”...
...eu confesso que me emocionei e voltei no tempo, lembrei do CD da trilha sonora que tenho aqui, ouvia tanto que até Papai Duende levava no carro!! Bom enquanto o rango num chegava eu ficava lembrando disso aqui ó....



Ok... Pingüim de volta na sala, cheiaaa de tranqueiras... “Duende põe um suco ai pra gente??” ... Bora assistir o Filme?? Er... ainda não...
...er...então eu como todo cara legal que se preze tomei a liberdade de agitar o suco e...Splaaaaaasshhhhhh...foi suco de manga pra tudo qué lado!! Totalmente encharcado, boné, munhequeira, braços...óia foi uma lambança que só vendo...rs..depois que a Pin me socorreu começamos a ver enfim, o filme!
Então quando achei q não havia mais esperanças.... eu finalmente consegui apertar o play... E começa a sessão nostalgia!!!
Mortal Kombat, foi lançado em 1995 , e é pra mim uma das melhores adaptações para o cinema de um jogo de videogame... Ele foi lançado 1 ano depois do fraco Street-Fighter, que pra mim só se salva por causa do Van Damme, e 2 anos depois daquele Mario Bros horroroso.Dizer que o enredo do filme é fiel ao videogame é chover no molhado... apenas algumas coisinhas foram mudadas mas foram muito bem vindas para o sucesso do filme.
Já vou me adiantar aqui e falar também que a trilha sonora feita especialmente para o filme é perfeita! Tem o peso do Metal, o balanço clássico dos "Puts-Puts" e algumas baladas que caem como uma luva para certas cenas da adaptação. Mortal Kombat consegue ambientizar o filme com as músicas de um jeito que consegue como poucos empolgar quem ta assistindo...
Pra quem não sabe ou não lembra, porque eu o Duende lembrávamos de tudo... na história Shao Kahn, imperador de Outworld, deseja conquistar a terra, mas pra isso seus guerreiros, após vencer 9 seguidos, precisam vencer o décimo Mortal Kombat contra os guerreiros da terra. Logo no início somos apresentados aos principais lutadores do torneio... Liu Kang, Johnny Cage e Sonya Blade e ao responsável por guiar os três nesse combate... Lorde Raiden.... Mais alguns minutos de filme e conhecemos Shang Tsung, Kano e os que pra mim são os melhores personagens do videogame e do filme... Sub-zero e Scorpion... todos esses caracterizados de forma impecável pelo roteiro e pelos respectivos atores.
Lembro que da primeira vez q eu assisti, eu dei duplos twists carpados quando vi o Scorpion saindo daquela porta... e fiquei só esperando pela hora em que ele iria dizer: “Get over here”!!!
Bom, eu lembro que quando eu era um duendinho e fui ver no cinema a minha vontade era de levar um controle e jogar ali junto...fazer Fatality e tudo mais!! Vibrei vendo a Luta entre Scorpion e Johnny Cage...cara o que era aquilo? A velocidade dos golpes e as tomadas de câmera nos passavam a impressão de porrada mesmo, rolou até umas bicas do Scorpion na câmera!! Animal!!
Ahhhh, as lutas... impossível falar de Mortal Kombat, sem dar uma atenção especial as lutas... Combates clássicos do game foram encarnados na telona, com golpes que qualquer um que já tenha ao menos tentado jogar o game já usou... como o já citado monstrinho do Scorpion, bolinha de gelo do Sub-zero, os bicos no ar do Liu kag, a chave de perna da Sonya entre outros.... Tudo isso acompanhado de frases clááássicas como ... “Finish Him”, “Flawless Victory” e até um “Fatality”... E os cenários??
Sim, sim, estão todos lá...os cenários rústicos, escuros e sombrios acompanhados do melhor "Puts-Puts" que eu já ouvi, mais precisamente a trilha da luta entre Liu Kung e Reptile...fantástico, duvido que você nerdzinho não ficou todo arrepiado nessa parte...avá...eu fiquei!!! Aliais os ninjas do filme são feitos pelo mesmo "lutador"...só mudando o estilo de luta para caracterizar os personagens.....eu particularmente fico em dúvida entre qual é melhor entre os estilos de luta do Scorpion e Reptile!! o Scorpion é um ninja clássico, rápido bagario, mal ao extremo e luta de um jeito mais agressivo!! o Reptile já mostra um estilo de luta mais animal mesmo, com golpes aleatórios de mãos e pés...mas também não deixa de ser mal pacas e violento...hum..sei lá..os dois são fodas!! O Sub-zero sacaniaram, a luta dele num durou 2 minutos meo...argh!
Hahahaha... eita que esse Duende é um fãzaço de MK mesmo!!! Vou te contar que perdi de longe pra ele na disputa de quem sabia mais falas do filme... Bom, pra época que foi feito, esse filme é extremamente bem feito.. lutas muito bem ensaiadas, efeitos especiais.... foram poucos, mas os que aparecerem no filme foram muito bem feitos... e as tomadas de câmera foram todas excelentes... Bom pra vocês sentirem um gostinho do que a gente sentiu na sexta... assiste o vídeo ai...



Então 101 minutos depois do acidente com o suco de manga... terminamos de assistir o filme com uma saudade imensa desse joguinho clássico... que foi o primeiro jogo que eu tive quando meu irmão comprou o play 1... até hoje não sei como mamãe pingüim e várias outras mães deixavam a gente jogar esse jogo tão educativo quando éramos pivetinhos..... mas ainda bem que deixavam.... Mortal Kombat é um game foda e sua adaptação pro cinema é com certeza um filme essencial para a dvdoteca de qualquer um que diz que curte esse game... é uma pena que nos outros 2 filmes que fizeram sobre o jogo após esse não conseguiram manter o mesmo nível do original... pois o game certamente tinha material para uma trilogia de qualidade.
A saudade foi tanta, que no outro dia corremos pra ligar o Wii pra jogar Mortal Kombat Armageddon.... só pra ter o gostinhoooo de ver todos os personagens em ação de novo!!
Nota 9.... não sei explicar porque... mas não acho q mereça 10!
O Filme é a melhor adaptação de um game feito para as telonas...trilha FODA! Tomadas de cena geniais pra mim...nota 9.5 tiro meio ponto pq a Kitana (aahh Kitana) aparece pouco!
Bjusss queridos.... e vou tentar aparecer semana que vem!!

E pra encerrar a minha participação aqui eu gostaria de dizer....

'LET´S DANCE"

Pin e Duende!

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No cinema com a Pin

Como o prometido, vou continuando a serie de reviews inéditos pra vocês queridos leitores do uarevaa.... e o filme de agora?? O novo filme do homem que adora fazer filmes pras menininhas agarrarem seus namorados, amigos, ficantes ou qualquer coisa que as acompanhem ao cinema: O fim dos tempos.

Na tentativa de ir assistir Hulk no dia da estréia, eu e o Duende fomos impedidos de ver o filme do verdão porque no shopping havia apenas copia dublada do filme, portanto resolvemos arriscar no novo filme de Shyamalan.

Se você assistiu qualquer um dos trailers e ficou impressionado, então espere até sair do cinema após os 90 minutos de puro suspense e até um pouco de terror... o filme é milhares de vezes mais tenso do que os trailers.

M. Night Shyamalan, roteirista e diretor de filmes misteriosos e tensos ( até hoje fico nervosa em algumas cenas de Sexto Sentido e na cena do Brasil de Sinais), está de volta com uma nova história... e bota nova nisso. Na história, um grande numero de mortes misteriosas, todas suicídios, começam a acontecer em grandes cidades da Costa Leste dos E.U.A., de inicio o governo acredita em ataques terroristas mas os acontecimentos coordenados e cada vez em maior numero logo descartam essa possibilidade. Na verdade os ataques são uma forma da natureza se livrar do que está a ameaçando: nós, os humanos!... e vem daí a grande lição de moral do filme.

A toxina liberada no ar, faz com que o cérebro humano entre em choque e passe por 3 estágios antes da morte... fala confusa, perda do controle sobre o corpo e finalmente a fatal auto-mutilação. E essa ultima, nos traz as cenas mais impressionantes do filme... certas mortes foram inclusive algumas das mais impressionantes que eu já vi no cinema.... não pense que o indiano aliviou as mortes com cortes de cena e tomadas de camera, porque ele não aliviou.... todas as mortes são mostradas por inteiro e sem disfarce nenhum.

Mas se Shyamalan acertou no lado terror e suspense, ele pecou no lado pessoal do filme. Não há em Fim dos Tempos uma relação forte e pessoal entre os personagens principais do filmes... A história do adultério e do amor posto a prova por uma situação extrema é batido e não trás novidade como a relação entre o menino e Bruce Willis em Sexto Sentido. O único toque “humano” da historia é a relação de proteção e dever do casal com a menina, filha do amigo de Mark Wahlberg.

Esse que está excelente no papel que foi lhe dado, sempre gostei dos trabalhos dele e mais uma vez ele não me decepcionou! Como um cientista conservador e racional que busca uma forma de se manter vivo junto com sua esposa, vivida por Zooey Deschanel, e a criança, filha do ator que estamos acostumados a ver em papeis cômicos, John Leguizamo.

No todo, o novo filme do Indiano é uma grande lição de moral e de uma forma bizarra nos faz pensar em como somos uma ameaça ao planeta em que vivemos.O velho tema de Shyamalan, ciência vs fé, está de volta e mesmo não impressionando da mesma forma que o Sexto Sentido... ele ainda impressiona! O filme não é excelente, mas é bom. Quem curte um bom suspense com um toque de terror deve ir assistir, vale o ingresso.







Nota 8 para o filme.....

Bjusss
E até semana que vem..
Pin!

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No Cinema com a Pin

Olá queridos....

Depois de 2 semaninhas de ausência graças a prazos de entrega no trampo e semana de provas... eu volto com uma porrada de reviews excelentes pra vocês.. incluindo: As Crônicas de Narnia, Fim dos Tempos e o dvd da Nova fronteira....

Mas vou começar com o filmão da semana... a segunda obra-prima do Marvel Studios... a adaptação, por que aquele filme nojento que foi feito pelo Ang Lee eu desconsidero, de um dos meus personagens favoritos dos quadrinhos.... O incrível Hulk!

Então vamos lá... Desconsiderando o que eu ouvi por ai, eu achei o filme FODA, fantástico... e finalmente deram ao Hulk um filme digno de tudo o que o personagem é.

A começar pelo elenco... Willian Hurt está perfeito como o incansável General Ross e Liv Tayler não deixa nada a desejar como Betty Ross, ela está linda como sempre e deu a emoção necessária para a eterna apaixonada e aliada de Banner.

Pra mim, Edward Norton é sem sombra de duvidas um dos melhores atores dessa geração, ele dá vida a qualquer tipo de personagem... já foi um racista radical, um louco com dupla personalidade, um mágico e encarnou com perfeição, assim como todos os seus outros papéis, o incompreendido Bruce Banner.

È visível a mão de Norton no roteiro, e na construção do personagem... O Bruce do novo filme é exatamente o Bruce das paginas das HQS. Um fugitivo, procurando uma cura e querendo ser deixado em paz.

Enquanto o filme de Ang Lee focava na ação desenfreada, no novo filme vemos mais da personalidade de Bruce e sua luta para controlar sua “maldição”. Para pessoas que não acompanham os quadrinhos, certamente o filme não terá o mesmo impacto que teve em mim, mas para quem gosta do personagem é ótimo poder ver mais desse lado do personagem.

Em termos de roteiro, todos sabemos que houve aquele pequeno desentendimento entre o diretor e Norton sobre o rumo da história, enquanto um queria ação o outro queria o lado mais humano, e embora tenha lido por ai que isso era visível no filme... pra mim passou despercebido. As cenas de ação estão nos momentos certos, e na quantidade certa, e tudo muito bem equilibrado com o outro lado do filme que encaixaram perfeitamente dentro do contexto da história.

História que conta de maneira rápida, simples e um pouquinho modificada a origem do Hulk. E mostra Bruce fugindo de seu eterno caçador General Ross, que pretende usar o sangue de Banner para criar armas para o exercito, enquanto busca uma forma de cura.

Sobre as referências??? Estão todas lá. A SHIELD já é uma organização conhecida, e o exercito usando tecnologia das industrias Stark, sem dizer da cena com Stark em pessoa deixando o gancho para o esperado filme dos vingadores, a clássica participação de Stan Lee e a merecida homenagem ao Hulk do seriado.

E sim, até referencia ao soro do Super-soldado está no filme... E o que dizer dos vilões?? Enquanto no filme do chinês o único inimigo de Hulk era o exercito e ele mesmo, agora temos o verdão lutando contra tudo isso além de enfrentar o Abominável e ainda conhecendo um de seus futuros vilões... o Líder! Dizer que os dois foram muito bem colocados na história é desnecessário caso vocês tenham visto qualquer um dos 18 trailers e comerciais de TV que pipocaram por ai!

Pelo meu texto dá pra perceber a empolgação de uma fã que acabou de sair do cinema após ter visto o filme que eu mais esperava esse ano... poder ver o verdão gritando “Hulk Smash”, além de dar seus dois golpes mais clássicos não tem preço. E só de pensar que daqui a alguns aninhos veremos Robert Downey Jr. com seu excelente Tony Stark, ao lado de Edward Norton com seu perfeito Bruce Banner só me faz pensar que a Marvel Studios vai ter muito trabalho para escolher os dois atores que irão completar a equipe dos vingadores. E que a criação desse estúdio próprio foi a idéia mais correta que a casa das idéias já teve.

Para quem é fã do grande e incompreendido monstro verde, pare já tudo o que está fazendo e corra agora para os cinemas... esse filme é obrigatório no currículo de qualquer um que se considera nerd.

Nota 10... pra roteiro, elenco, efeitos especiais e tudo....

Os: dica da Pin... não tem cena extra no final... pode levantar a bunda da cadeira e ir embora sem medo!

Bjusss
Até semana que vem
Pin

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No Cinema com a Pin


Aeeee galerinha, mais uma semana... mais uma estréia na minha coluna... e o que eu tenho a dizer??

INDIANA JONES está de volta!!

Após 27 anos do lançamento do primeiro filme, estreou quinta feira a quarta parte da aventura do arqueólogo mais fodão dos cinemas!!! E eu e o Duende estávamos lá pra conferir.
Bom pra quem gosta e acompanhou todos os filmes do personagem, esse quarto é ida obrigatória ao cinema. Está tudo lá... a inteligência, as tiradas, as cenas loucas de ação, o chapéu, o chicote e é claro: A música! A essência original do personagem foi totalmente mantida e respeitada, e tudo isso somado a toda tecnologia dos cinemas atuais vocês já podem imaginar o resultado, certo? George Lucas e Spielberg acertaram novamente e deram mais um presente para os amantes do cinema.
Para quem não sabe do que se trata o filme, ele se passa em 1957 no auge da Guerra Fria. Indy, após ser seqüestrado e usado pelos russos para achar um novo artefato, fica na mira do FBI e acaba perdendo seu emprego de professor na faculdade. Pensando em sair do país, ele é procurado pelo jovem Mutt para encontrar seu antigo amigo que está desaparecido após partir em busca da Caveira de cristal, que é a chave para uma cidade perdida, a mesma que os russos procuram. E é aí que a loucura começa!

Dizer que Harrison Ford voltou com tudo no papel principal é desnecessário, o ator de 66 anos está inteiro, dando um show na interpretação de Indiana e convencendo em todas as cenas de ação, ele fez exclusivamente o que é possível se fazer com a idade dele, e as maiores cenas de ação ficaram por conta de Shia Labeouf.
O ator que protagonizou o filme com os robozinhos gigantes, é pra mim um dos melhores atores da nova geração, escolhe muito bem seus papeis e sempre dá conta do recado, e em Indiana Jones provou isso mais uma vez, fez uma dupla excelente ao lado de Ford.

Ainda entram na trama, personagens e atores sensacionais. A mulher que já foi Rainha, homem e até elfo nas telas é dessa vez a vilã da trama. Cate Blanchett, luta, salta, atira, grita como a tenente russa e como na maioria de seus papeis, novamente dá um show.
Mas quem rouba a cena e foi a surpresa mais agradável do filme, é Karen Allen interpretando Marion Ravenwood, antiga paixão de Jones (personagem de Indiana Jones e os Caçadores da Arca perdida) e mãe de Mutt. A atriz mostra uma química inegável com Jones, além de ser divertida e louca ao mesmo tempo.

Um dos maiores destaques desse filme, com certeza está na fotografia e nas excelentes seqüências de ação, o que não poderia ser diferente num filme feito pela dupla que revolucionou os efeitos especiais no mundo do cinema. As aventuras de Jones, foram mais uma vez mostradas com maestria, sem exageros, mas ainda com aquelas cenas que te fazem segurar forte na mão da pessoa ao lado, ou que ainda fazem o queixo cair pela beleza da cena, ou pela inteligência do dialogo. Prova disso, são duas cenas que me fizeram reconhecer o mestre que Spielberg é, a ultima cena do filme e uma explosão nuclear. Quem já viu o filme pode concordar ou discutir isso comigo.

Resumindo, esse é o tipo de filme que eu recomendo pra todos, é divertimento na certa, e sucesso pro estúdio na certa. O filme custou US$ 185 milhões e já faturou apenas nos EUA no seu fim de semana de estréia US$ 126 milhões. Não sei se haverá mais seqüências, mas Indiana Jones é um personagem que ainda tem mais histórias pra contar, e eu adoraria ver mais.

Nota 9 pro Arqueólogo.....

Agora cantem comigo..... já que o Duende não me deixou cantar na saída do cinema!!
Tan tan tan tannnnnnn tan tan tannnnnnnn!!!

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No Cinema com a Pin

Ok Ok caros leitores Uarevianos.... Ta na hora de mais um aquecimento!! Nessa quinta entra em cartaz o quarto filme de um dos personagens mais clássicos do cinema: Indiana Jones! E eu, como uma fãzona desse cara, preparei um mega-especial-aquecimento pra essa data....

O personagem, criado pelos gênios George Lucas e Steven Spielberg, é um arqueólogo de vida dupla: além de ser um professor de Arqueologia de uma universidade, Henry Jones Junior é um aventureiro destemido que busca relíqueas pelo mundo.

Em 1981 foi lançado o primeiro filme da até hoje, trilogia, do personagem: Os caçadores da arca perdida. A história se passa no ano de 1936, o arqueólogo Indiana Jones é contratado para encontrar a Arca da Aliança que, segundo as escrituras, conteria Os dez mandamentos que Moises trouxe do Monte Sinai. Mas como a lenda diz que o exército que a possuir será invencível, Indiana Jones terá como adversário na busca pela arca perdida o exército nazista, em missão a mando próprio do Adolf Hitler.

È desnecessário dizer que o filme foi marco na historia do cinema. George Lucas conseguiu repetir o sucesso de sua primeira criação (Star Wars galera!), com um universo totalmente diferente. Curioso, que a primeira escolha para o papel não foi o interprete do charmoso Han Solo, mas sim o bigodudo que na época bombava no papel principal da série Magnus na TV, mas sinceramente eu não consigo imaginar outra pessoa com o chicote, chapéu e pistola além do excelente, um dos melhores no cenário mundial do cinema na minha opinião, Harrison Ford.

O filme recebeu 9 indicações para o Oscar de 1982, e levou pra casa 5 estatuetas, nas categorias de melhores efeitos especiais, melhores efeitos sonoros, melhor som, melhor edição e melhor direção de arte. Destaque para melhores efeitos especiais, que é a marca da dupla responsável pelo filme, depois do show de inovação que deram ao criar Star Wars, Lucas e Spielberg mandaram muito bem de novo e criaram um novo universo que é atual até hoje. O filme foi feito antes de eu pensar em nascer, e eu assisto admirando o milagre que eles fizeram pela tecnologia da época. Foi nesse filme que eles criaram a histórica cena do arqueólogo correndo da bola gigante, referencia principal do personagem junto com sua eterna música, que volta a aparecer no novo filme.

Como todo bom filme de sucesso, o personagem ganhou sua continuação 3 anos após o lançamento do primeiro filme e em 1984 estreava nos cinema Indiana Jones e o Templo da Perdição. Diferente do primeiro e terceiro filme, onde Indiana Jones enfrenta os nazistas, na trama desse filme o arqueólogo é convocado para recuperar pedras mágicas roubadas por um feiticeiro e libertar uma aldeia onde ele faz sacrifícios humanos e escraviza crianças.

Embora esse seja o segundo filme da trilogia, seguindo a cronologia do personagem, os acontecimentos de Indiana Jones e o templo da perdição ocorreram antes dos de Os caçadores da arca perdida. Certamente, esse filme não teve o impacto e o sucesso do primeiro, de toda a trilogia é ele que apresenta a trama mais pesada, envolvendo mais mortes e até sacrifícios. É o filme mais fraco do personagem, mas não chega a ser ruim.

E chegamos a cereja do bolo dos filmes do arqueólogo aventureiro, em 24 de maio de 1989, estreava a terceira parte da história de Indiana Jones. Nesse filme, Jones vai a procura de seu pai, Henry Jones, desaparecido enquanto procurava o Santo Graal. Seguindo os rastros dos pais, Indiana volta a encarar os nazistas que assim como seu pai estavam a procura do objeto sagrado.

Pra mim, Indiana Jones e a Última Cruzada é o melhor de toda a trilogia, e grande parte disso se deve a excelente química na tela entre dois monstros do cinema. Sean Connery, embora seja apenas 12 anos mais velho que Ford, entra na história como o pai de Indiana Jones e junto com o personagem principal, dá um show em frente as câmeras. A cena do incêndio no quarto enquanto os dois estão presos na cadeira é memorável.

Em termos de prêmios, o segundo e o terceiro filme não foram tão bem sucedidos quanto o primeiro, mas mesmo assim faturaram o Douradinho de melhor efeitos especiais, entre outros prêmios menos conhecidos.

Ficaram com saudades, com vontade de rever todos os filmes? Eu recomendo, junte a galera, façam baldes e baldes de pipoca e façam uma maratona pra relembrar toda a história, pois nessa quinta feira, estréia nos cinemas de todo o Brasil, o quarto filme de Indiana Jones, que pelo que vi até agora, manteve a essência original do personagem. O filme promete, e eu e vocês sabem quem (não? O Duende poxa!), estaremos na estréia mais uma vez e aguardem segunda que vem o review completo do filme.

Ate semana que vem
Bjus
Pin!

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No Cinema com a Pin


De volta a programação normal de segunda feira, portanto mais um No cinema com a Pin pra fazer a sua segunda feira mais feliz!! E o filme dessa semana é a agradável surpresa, Quebrando a Banca.

Uma sexta-feira qualquer, eu e meu nobre companheiro de cinema ( o Duende gente!) juntamos uma galerinha, e fomos ver o filme por escolha do Duende. Já tinha ouvido falar da história, mas na verdade não me interessei tanto pelo filme, portanto fui sem expectativas, e me surpreendi.

No filme, o personagem principal, Ben Campbell interpretado pelo novato (pelo menos eu não lembro dele em nenhum filme conhecido!) mas extremamente competente Jim Sturgees, é um jovem superdotado com um dom extremo para matemática, física e tudo relacionado com números. Ele é tímido, inteligente, mas quebrado, muito quebrado em relação a grana. E o filme começa exatamente com ele tentando garantir sua bolsa de estudos para Havard.

Enquanto tenta descobrir um jeito de impressionar os responsáveis pela Bolsa de estudos, Ben é notado por um de seus professores, que fica impressionado pela capacidade de raciocínio do garoto.

Micky Rosa (o professor), interpretado pelo fantástico Kevin Spacey, lidera um grupo de jovens também superdotados especializados em contar cartas no jogo 21 e quebrar cassinos em Las Vegas, e convoca Ben para fazer parte do seu grupo com a sedutora proposta de ganhar muito dinheiro em pouco tempo.

A partir daí Ben vê a oportunidade de garantir sua faculdade sem depender da bolsa, e aceita entrar no grupo. De cara, seus colegas de trapaça percebem a impressionante facilidade e dom de Ben, causando admiração de uns, e inveja de outros. E assim. Ben assume uma vida dupla: estudante responsável durante a semana, e jogador em Las Vegas durante os fins de semana.

Tudo parece correr conforme os planos de Ben, que promete a si mesmo que após conseguir a quantia necessária ( $300.000) ele sairia dessa vida, até que ele começa a ultrapassar os próprios limites, deixando a ganância e o vicio superarem a razão.
O filme surpreende pela história. A idéia inédita do roteiro é interessante e prende a atenção dos telespectadores pelo ritmo acelerado da trama, a quantidade de reviravoltas e as surpresas do tipo que você não espera que fosse acontecer. Nesse sentido, esse filme me lembra muito “11 homens e um segredo”, então vocês já podem imginar um pouquinho o clima que o filme apresenta.

Em termo de elenco, a surpresa também é agradável. O ator principal deu conta do recado e conseguiu contracenar com dois figurões do mundo do cinema, o atual Lex Luthor , que como sempre deu um show de interpretação, e o eterno Morpheus de Matrix, que como um policial a moda antiga a beira de perder seu emprego, também manda muito bem na atuação e intimida a todos. Apenas a mocinha da historia decepciona um pouco. Até os colegas de equipe de Ben, que alias são sensacionais, destaque para o Japinha cleptomaníaco, são melhores do que ela. Mas isso é apenas um detalhe que não compromete o filme.

O filme não é foda igual a ultimo que eu conferi no cinema, mas surpreende e tem qualidade. Eu recomendo e vale o preço do ingresso.

Nota 8 pro filme.

Ei, se quiserem deixem ai nos coments um review que vocês gostariam de ver, que eu faço pra vocês queridos...
Até semana que vem.
Bjus
Pin.

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Shake And Bake!

Coluna SHAKE AND BAKE fazendo sua estréia no Uarévaa moçada!!!O que? Você nem sabia que ia estrear uma coluna nova hoje? Sinal que você não leu a minha coluna semana passada ( nerd feio!! Muito feio!).
Well caros leitores Uarevianos, excepcionalmente hoje e em algumas datas mega especiais, eu e o ser de mãos amarelas resolvemos fazer a dancinha da fusão (er..muito respeito nessa parte) e juntar nossas duas colunas em uma só. E o tema dessa semana não podia ser outro além da super estréia do Homem de ferro. Então acompanhem aí, o clima da estréia, o review do filme e a critica da trilha sonora da adaptação para os cinemas da história de Tony Stark.

Pois bem, quarta-feira passada combinamos de ir ao cinema, Eu (Duende) Pin e Romezinho (meu ex-cunha foda bagaraio!!) o esquema era fácil, se encontrar no shopping pegar as entradas e encarar a quilométrica fila e curtir o latinha com a latinha de coca na mão! Mas como todo mundo ta sabendo que vida de nerd pobre é uma merda, a Pin estava engarrafada!!
TCHARÃAMMM.......e trocentas ligações para saber onde a Pingüim mais cheirosa do mundo nerd se encontrava. Os ingressos estavam na mão, o clima era de euforia das crianças com menos de 10 anos, e nada da Pin. Resumindo o moio...a Pin chegou faltando 5 minutos para começar a sessão!!! Ufa! Num faz mais isso com esse Duende pô, eu já estava a ponto de vender os ingressos e superfaturar para comprar bolachas waffer.


Mas eu cheguei... a tempo, viva, com fome, mas com um puta ódio do transito dessa cidadezinha que eu vivo. Resolvemos encarar a looooonga fila pra entrar na sala, quando Romeuzinho, O ex-cunha do Duende foda pra caralho, achou uns amiguinhos e adivinha só?? Furamos fila!!! Conseguindo assim pegar um lugar supimpa, o preferido do Duende, na ótima sala do Shopping taboão.
E assim, com latinhas na mão e pipoca pra disfarçar a fome, foi só esperar o filme começar. E já nos trailers, duas surpresas mais do que agradáveis. Bátema e Indiana Jones, que prometem estar entre os melhores filmes do ano junto com o ferroso.
Bom, lembro que assim que começaram a falar sobre fazer a adaptação do homem de ferro, meu irmão comentou que esse seria o primeiro filme da Marvel Studios ( estúdio que a Marvel criou para bancar suas adaptações sozinhas, usando os grandes estúdios apenas para distribuição), e ele me garantiu que a partir dali os filmes de heróis seriam muito melhores. Bom... depois de ver o primeiro fruto dessa manobra, posso dizer que ele acertou na mosca!
O filme começa com Tony Stark saindo de uma apresentação de um de seus produtos, e logo de cara, uma sacada genial... é pelo foco no copo de uísque que sabemos que Tony está ali. Seu vício não tem destaque no filme, mas sutilmente sabemos que ele está ali.


Sim, Stark esta com o copinho na mão e o som que se destaca no cinema fazendo mais da metade da sala batucar na cadeira é de uma das bandas mais róquen rou do universo..AC/DC com Back in Black, a música saia de um radinho vagabundo de veio dentro do carro militar, não, ele não estava instalado no carro...era um mini-system prata e azul podrão mesmo!! Mais rock que isso? Porra..ponto pro filme!

Qualquer um que tenha assistido qualquer um dos trailers, e saiba alguma coisa de Homem de Ferro, sabe que ele é vitima de uma emboscada e é seqüestrado, dando inicio a bem estruturada história do filme.
Jon Favreau apresenta o histórico pessoal do personagem de uma maneira simples e criativa, e a partir daí conhecemos a personalidade carismática de Tony Stark, completamente diferente de sua fase atual dos quadrinhos mas muito parecida com sua versão no universo ultimate. Não sou muito fã dessa sua personalidade, mas admito que para um primeiro filme da franquia, ela funciona perfeitamente.
E dizer que Downey Jr incorporou essa característica com maestria, é chover no molhado. O ganhador do Oscar por Chaplin, convence como Tony Stark, agrada os antigos fãs e conquista novos admiradores. E diferente de alguns filmes onde apenas um ator se destaca, Homem de Ferro surpreende pela qualidade de seu elenco, que junto com os efeitos visuais é o grande responsável pelo sucesso do filme.
As relações pessoais entre os personagens, estão perfeitas. O clima sutil de romance entre Tony e Pepper, a relação inicial quase de pai e filho entre Stark e Obadiah, e a amizade entre o protagonista e o General estão fielmente adaptadas e muito bem incorporadas pelos atores, que foram presenteados com ótimos diálogos e cenas muito bem construídas.
Diferente de muitos filmes nesse estilo, onde milagrosamente o Herói aparece com um traje lindo e já sabendo usar todos seus poderes, em Homem de Ferro, podemos ver a construção da suas armaduras e os testes realizados por Tony até que esse aprenda a usá-la com perfeição. E é com ele desenhando, construindo e testando a armadura que temos a parte mais divertida do filme. Stark parece uma criança com seu primeiro brinquedo.

Tudo isso com uma trilha sonora foda de boa...confesso que não reconheci a maioria que tocava nas cenas, mas meu...stark é do rock! Carros, mulheres, explosões, muita ação, bebidas e muito rock and roll. Olha, deu orgulho de ser um Nerd Rock!! Tinha partes do filme que eu só olhava pra pin e falava “Caraca....olha essa base de guitarra”. E pra ajudar o som do cinema é incrivelmente alto, claro e ensurdecedor.

Como eu disse na matéria anterior, o universo de Tony Stark esperou 45 anos por uma adaptação as grandes telas, e sinceramente, valeu a espera. Não consigo imaginar esse filme sendo feito em outra época, apenas nos dias de hoje é possível dar o nível de realidade que Fravreau e sua equipe deram aos movimentos, vôos e cenas de ação do Homem de Ferro. Cenas que fizeram as pessoas vibrarem dentro do cinema cada vez que ele voava, atirava ou falava.

Vou dar umas pitadas sobre o filme também, achei a atuação do Downey Jr. Fodaralhaça, concordo com a Pin quando ela fala que Iron Man não dava para ser feito em outro tempo, realmente não tinha como...os movimentos da armadura, os efeitos especiais, a qualidade da trama em si. Tony não é um personagem tão querido e popular quanto Peter Parker, mas o clima do filme deixou Stark com uma personalidade extremamente bem humorada, um cara que se fode para despertar seu lado humano e heróico!
Mas voltando a trilha sonora, me lembro de uma parte em especial que o cachacinha milionário estava fazendo uns ajustes em seu carro, a Pepper entra na sala e abaixa o volume do som...uma puta música pesada, com uma baita distorção, o pinga reclama “Não gosto que você abaixe o volume das minhas músicas” (alguma coisa do tipo).
Mas o melhor fica para o final mesmo, onde Tony dá uma coletiva e revela que é o ferroso! Rapaz, sai um Black Sabbath quentinho do forno e empoeirado que só.... com a clááássica Iron Man!! Putz que foda!


O filme tem todas as qualidades para brigar pelo título de melhor adaptação do ano (lembrando que ainda temos um bom numero de estréias vindo por ai!), o filme TEM uma história bem amarrada e muito bem escrita, diálogos interessantes, um clima perfeito para o começo da franquia, cenas de ação na medida e sem excesso, atores competentes e um diretor que acertou em todas as suas decisões e começou com o pé direito a provável trilogia do Homem de ferro.
E vocês lembram no comecinho da matéria quando eu comentei sobre o Marvel Studios? Pra mim essa foi a grande sacada da Marvel depois de ver dois de seus mais adultos e melhores heróis terem adaptações para criancinhas. Por quê? Porque agora a Marvel não vende mais os direitos de personagem pra ninguém, ou seja ela manteve os direitos do Homem de Ferro e manda em tudo (roteiro, atores, diretor, grana!), e fez a mesma coisa com o Hulk, o que nos dá a esperança de um filme, e provavelmente um excelente filme dos Vingadores. E se você não levantar a sua bunda da poltrona antes do fim dos créditos, saberá que essa esperança em breve se tornará uma certeza.
Embora não seja muito fã do personagem (na verdade pra mim ele é um dos mais FDP do universo Marvel), não há como negar que Tony Stark se tornou um dos mais importantes heróis da casa de idéias e merecia um filme decente, e ele ganhou mais do que isso, ganhou uma excelente adaptação que arrebentou no seu fim de semana de estréia faturando mais de 190 milhões de dólares no mundo todo. Homem de Ferro é um filme obrigatório para qualquer um que se considere um tiquinho nerd, portanto, chame sua namorada, rolo, amigo, pai (se você não tiver dimdim chama o papi que ele banca!) e corra pros cinemas.... Pinzinha garante que vale a pena.

Nota 9 para o filme.....
Nota 10 para a trilha sonora...

Média de 9,5 para a melhor adaptação de um personagem para as telonas!!!

Fiquem ai com um vídeo supimpa....





Bjusss da Pin...
Abraços do Duende...
E Até semana que vem!

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