Leffe Blonde


Salve salve simpatia! Sexta-feira é o dia para degustamos uma nova cerveja! A escolhina da vez é a belga Leffe Blonde. Será que fiz uma boa escolha? Confira comigo no replay!

Como sempre antes de beber vamos conhecer um pouco da história dela. A Cervejaria Leffe, fica na margem direita do rio Mosa, cerca de 1 km ao sul da cidade de Dinant na Bélgica. Em 1152, foi fundada a abadia de Notre-Dame, onde os rios Leffe e Mosa se encontram, e teve seu nome modificado para abadia de Leffe in 1200. Os monges produziam uma cerveja ale feita com ingredientes naturais e baseada na receita que era passada de geração em geração. A primeira referencia da cervejaria nos documentos históricos data de 1240 . Se não me engano, a Leffe é a cerveja tipo abadia mais consumida no mundo. 

Bem já dá pra ter uma idéia se vale a pena toma. A resposta é claro que sim xuxu! O primeiro pensamento foi NOSSA, NOSSA, DELÍCIA! Sério mesmo, e olha que na data da degustação Michel Teló ainda não era o Justin Biber brasileiro. Quase oito séculos de tradição, realmente fizeram a diferença! Tecnicamente falando, a Leffe é uma cerveja encorpada, com alta fermentação e de espuma cremosa. Tem um amarelo puxado para o ouro, quase turvo, tem um gosto bacana: frutada, levemente condimentada e amargor mediano. Quando degustar atente também para o aroma dela, você sente de cara o malte. A graduação alcoólica fica em 6,6%, que é um pouco mais alto que a média nacional, 4%. Com isso o gosto do álcool pode sobressair também, mas nada que a torne ruim. Recomenda-se bebe-la entre 5 a 10°C utilizando um copo tulipa, cálice trapista ou taça. Em resumo, uma cerveja boa pra se tomar, seja ouvindo uma boa musica, conversando com amigos ou sozinho em casa. Sem dúvidas uma das melhores cervejas que eu tomei recentemente. E agora é importada pela AmBev, o que tornam os preços mais atrativos e convidativos para bebedores ocasionais e apreciadores.


Ideal para acompanhar pratos de estruturas complexas. Devido ao seu teor alcoólico elevado, acompanha perfeitamente carnes vermelhas mais gordurosas e exóticas, como javali, cordeiro, avestruz, joelho de porco, pernil e picanha; molhos adocicados e apimentados; bolinho de banana com geleia de pimenta e linguiça, dentre outros.
Em resumo, uma cerveja para morrer gordo! 

Pode comprar sem medo, e quando abrir uma, me chama!

Nome do Autor

Romenique Zedeck

é tecnólogo mecatrônico, fanático por cerejas e por música dos anos 80. Colecionador Magic the Gathering, quadrinhos e rótulos de cerveja. Bon Vivant, sempre está disposto a conhecer um bar/restaurante novo, e escreve por simples excesso de criativiade.

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